Instrumentalizando a Inteligência Humana

Superou. Distinguiu. Afastou. Aplicou.

Cada citação entre decisões brasileiras, tipada numa rede nacional de precedentes. Não é busca de jurisprudência — é o mapa de quais teses estão vivas, quais estão morrendo e quem ainda não percebeu. O que Shepard's® e KeyCite® fizeram pelo direito americano há um século, agora existe para o brasileiro.

Cases de Sucesso

ONU
A Solução em 30s

Do movimento do tribunal ao impacto na sua carteira — em 30 segundos

A inteligência que transforma cada tese da carteira em um dado de risco monitorado — e cada superação de precedente em um alerta antes do protocolo.

Vídeo de demonstração da plataforma · 2026

O sistema de precedentes virou infraestrutura crítica

Desde o CPC/2015, o direito brasileiro deixou de ser puramente civil law. O art. 927 define o que vincula — do controle concentrado do STF aos repetitivos, IRDR e IAC — e o art. 928 converte uma única decisão paradigma em norma aplicável a milhares de processos ao mesmo tempo. A fonte do direito passou a ser dinâmica, com efeito imediato sobre todo processo em curso. Quem litiga em volume não pode monitorar isso manualmente.

Fundamentação virou variável com preço

O art. 489, §1º, V e VI, é claro: a peça que invoca precedente sem aderência ao caso, ou que ignora súmula ou precedente sem demonstrar distinção ou superação, é decisão não fundamentada — e, portanto, nula. Para quem litiga, isso é exposição concreta: improcedência liminar (art. 332), cassação e sucumbência evitável. A qualidade da fundamentação deixou de ser estilo. Passou a ter preço.

Entendimento PacíficoPrecedente Superado — OverrulingTese Distinguida

Onde você está perdendo

Você não precisa de “quantos processos perdi”. Precisa saber por qual tese, em qual vara, sob qual relator as derrotas se concentram. A Maestria agrupa sua carteira por fatos, causa de pedir e fundamentação e mostra que a perda, muitas vezes, vem de uma única tese já superada sustentando centenas de defesas ativas.

Provisão que acompanha o tribunal

A classificação de perda provável, possível ou remota é, na essência, uma aposta sobre jurisprudência — e é obrigatória para companhias abertas pela Resolução CVM 72/22. Quando um tema é afetado, julgado ou superado, a probabilidade de perda de blocos inteiros muda no mesmo dia. A Maestria conecta o movimento do tribunal ao impacto projetado na carteira e sinaliza a necessidade de reclassificar — antecipando e fundamentando o ajuste. A decisão de reclassificar continua sua; a Maestria garante que ela seja informada a tempo.

O modelo e a banca externa não te surpreendem mais

Dois riscos silenciosos convergem no dejur: os modelos de petição envelhecem sem que ninguém perceba, e o secondment e a banca externa produzem peças com inteligência jurídica desatualizada. Hoje, isso só aparece na sentença — quando a sucumbência já é fato. A Maestria inverte o tempo: aponta quando um modelo perde aderência à jurisprudência atual, sinaliza tese vencida antes do protocolo e distribui a atualização para todos que redigem — internos ou cedidos.

Sua carteira está classificada com base no que os tribunais decidem hoje — ou no que decidiam quando a peça foi escrita?