Duas coisas que ferramenta nenhuma no Brasil fazia. Primeira: o único citator brasileiro — o mapa de quais teses estão vivas, superadas ou distinguidas, conferido contra STF, STJ e tribunais, como Shepard's e KeyCite fizeram pelo direito americano há um século. Segunda: estruturar o que a sua casa sabe — as teses que vencem naquele tribunal, as peças que funcionaram, o critério do seu sênior — e distribuir isso a cada advogado, no momento da redação.
Não é prompt nem busca por palavra-chave, que respondem qualquer um com o conhecimento de todo mundo. É o oposto: o conhecimento preso em pastas, e-mails e na cabeça de poucos vira infraestrutura consultável, versionada e auditável — cruzada, a cada peça, com o que os tribunais decidem hoje.
O caso entra como uma pasta de PDFs e sai como inteligência estruturada — lida, pesquisada, escrita e conferida — sem sair do ambiente onde o advogado já trabalha.
Um painel lateral no mesmo Word onde a peça é escrita — interno, cedido ou banca. Sem troca de ambiente, sem nova senha, sem curva de adoção. A plataforma vai até onde o trabalho acontece.
Um agente que trabalha o caso de ponta a ponta — lê os autos, executa a pesquisa e prepara a produção. A diferença está no que ele consulta: o conhecimento da sua casa, não um modelo genérico treinado na internet.
Dos autos, o agente levanta a argumentação de cada lado, os precedentes citados e a força de cada um — trazidos para a própria página do processo. Leitura aumentada: as informações acessórias chegam ao contexto, com espaço para anotação.
A minuta nasce dos seus modelos, teses e precedentes aprovados — só com tese de pé, filtrada pelo entendimento atual dos tribunais. O conhecimento que escreve a peça é o seu; a IA apenas o aplica.
Toda peça submetida ao fluxo é analisada contra as regras de revisão da casa e a jurisprudência viva — integralmente, não por amostragem. A revisão do sênior deixa de ser triagem e vira decisão sobre o que realmente diverge.
A pesquisa não devolve o acórdão mais citado — devolve o que ainda está de pé. Cada julgado carrega o status atual da tese, conferido contra STF, STJ e tribunais. O aviso de que um precedente caiu chega antes do protocolo, não no acórdão.
Busca semântica, não por palavra-chave: a plataforma entende o contexto do caso e recupera, do seu acervo, as peças e teses aplicáveis — por teses e por documentos. O que a casa já escreveu de melhor, encontrável por quem nunca soube que existia.
Tudo o que a plataforma produz fica organizado e versionado num só lugar — acessível e rastreável, sem nada se perder em downloads e cópias soltas.
A plataforma se organiza em unidades isoladas, opera sobre infraestrutura auditada e trata o dado do cliente como o que ele é: material sensível que serve ao cliente e a mais ninguém.
Cada escritório e cada departamento é um espaço isolado — com seu próprio acervo, modelos e documentos, sem que uma unidade enxergue a da outra. Dentro de cada uma, o acesso segue o papel de quem entra: a carteira inteira para quem governa, o caso e as regras para quem redige.
A banca externa recebe o caso já com os modelos, as teses vigentes e as regras de revisão da casa — dentro do Word, com o acesso que você concede e nada além, sem se tornar usuária do seu sistema. O conhecimento desce até a ponta; o controle permanece com você.
Consultas e documentos segmentados por organização, escritório e departamento. Nenhuma unidade acessa dado de outra.
Dados cifrados no armazenamento e nas conexões. Documentos acessíveis apenas por links assinados e temporários — nunca por endereço público.
As bases operam sobre infraestrutura de provedores com SOC 2 Type II, que cifra os dados em repouso com AES-256 por padrão gerenciado.
Conexões cifradas por TLS entre o cliente e a plataforma, e no acesso às bases de dados.
O conteúdo do cliente é usado para responder ao cliente — nunca para treinar modelos, nem os nossos nem os de terceiros. A inteligência da sua casa continua sendo só sua.
Detalhes de arquitetura de segurança, residência de dados e postura de compliance são apresentados sob acordo de confidencialidade na conversa comercial — no nível que a due diligence do seu jurídico e da sua área de TI exige.